Domingo, 19 Novembro 2017

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A administração Carola desde o seu início, não tem medido esforços para “colocar a casa em ordem”. Foram cortadas horas extras que eram pagas em forma de complemento de salário, ilicitamente (os servidores não precisavam cumpri-las) e revistos contratos com valores altos, eliminando gastos desnecessários.

Outra economia importantíssima foi sobre o pagamento do transporte escolar.

Em uma medição inicial dos quilômetros que cada perua percorreu, a partir do dia 06 de fevereiro (início das aulas), foi constatado uma diferença assustadora em comparação ao ano passado.

O reflexo na folha de pagamento do primeiro mês chamou a atenção da administração.

Em novembro de 2016, o transporte de alunos referente a 19 dias letivos, foi apresentada uma prestação de contas de 63.061 quilômetros percorridos e foram pagos R$ 90.177.23.

Já em fevereiro de 2017 em 15 dias letivos, foram percorridos 29.115 quilômetros em toda a área do município. Detalhe: o valor por quilômetro foi elevado de R$ 1,43 para R$ 1,75 e ao total serão pagos o montante de R$ 50.951,25 reais. Uma diferença de R$ 39.225,98 que deixam de ser pagos indevidamente.

Se considerássemos 20 dias letivos, mesmo assim a economia seria de R$ 22.242,23 reais.

Destaca-se ainda que não houve redução de alunos transportados, de 2016 para 2017, e esses estão permanecendo menos tempo na perua escolar. Estão sendo transportados com segurança, em total conformidade com a legislação e lotação máxima de 8 passageiros por veículo, isso não acontecia na administração anterior, quando algumas peruas trafegavam com excesso de lotação e/ou recolhiam os alunos em suas casas horas antes do início das aulas entregando-os horas depois de seu término.

Carola deu autonomia para os diferentes setores da prefeitura investigarem e tomarem as medidas cabíveis sobre a diferença assustadora entre as prestações de conta da cooperativa que administrava o transporte escolar na administração anterior, e as contas prestadas pelos perueiros que foram contratados emergencialmente no corrente ano.

O diretor jurídico do município, Ruy Arruda, declarou que há fortes indícios de superfaturamento no pagamento da cooperativa de perueiros em 2016, e confirmada esta improbidade administrativa os responsáveis pelo prejuízo causado aos cofres públicos, dentre esses o ex-prefeito Marco Antônio Martins Bastos, serão representados junto ao Ministério Público.

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